segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Os cantos na Celebração Eucarística

O canto é parte integrante na Liturgia. Pelo canto louvamos, agradecemos, cremos, pedimos perdão, oferecemos. Pelo canto assumimos o compromisso com a comunidade. Acima de tudo é o Espírito de Cristo que age em nós e sua força nos faz passar da morte a vida, nos faz exultar e cantar.

Entrada – Acolhida
Tem como finalidade abrir a celebração, manifestar a alegria do encontro com Cristo e com os irmãos da comunidade na insondável riqueza do Ministério de Cristo; situa no tempo litúrgico e no sentido da festa do dia. Acompanha a procissão de entrada.

Rito Penitencial
Senhor, tende piedade de nós. É o canto dos fiéis que clamam ao Senhor implorando sua misericórdia. Deus é bom e misericordioso e vota seu olhar ao povo, que se alegra de ser perdoado porque o senhor é bom.

Glória
É o canto de louvor maior. A Igreja reunida pelo Espírito Santo entoa louvores ao Pai e dirige súplicas ao Filho, o Cordeiro de Deus. Canta-se nos domingos, festas, solenidades e celebrações especiais. Omite-se no Advento e Quaresma.

Salmos responsoriais e aclamação
São parte integrante da Liturgia da Palavra. O povo expressa por meio canto, sua atitude de acolhida e meditação; de escuta à Palavra de Deus e de resposta ao Deus que se revela. Geralmente, são trechos de salmos em conformidade com a respectiva leitura. Pode-se cantar o refrão e ler pausadamente o texto.

Aleluia
É uma aclamação ao Cristo, Palavra viva no Evangelho. Canta-se em pé em sinal de disponibilidade para o seguimento da mensagem de vida. Acompanha a procissão do livro do Evangelho. Um belo canto de peregrinos. Omite-se durante a Quaresma.

Hosana
Ao dizer Hosana em nossa liturgia, aclamemos a Jesus como nosso Rei, o Messias. No domingo de Ramos aclamamos: “Hosana ao Filho de Davi”.

Creio – Profissão de Fé
Os fiéis dão seu consentimento e resposta à Palavra de Deus proclamada e refletida através da Homilia. Expressa a unidade da Igreja na mesma fé. Pode-se adaptar versões para o canto do Creio dentro das normas (M.S. 55).

Preparação das ofertas
Acompanha a procissão das oferendas, prolongando-se até que estas estejam sobre o altar. Parte integrante da Liturgia, a oferta, tem um sentido evangélico de ação de graças pelos dons: de generosidade na partilha, de fé confiante na providência, de fraternidade e atenção às necessidades dos irmãos. O canto ajuda à comunidade a vivenciar estas dimensões.
Santo
É o grande canto de aclamação na missa, canto solene. Faz parte da Prece Eucarística. Quanto possível seja solenemente cantado. Também é importante que se dê destaque, pelo canto, às aclamações após a consagração.

Pai Nosso
Acompanha o Rito da Comunhão. Expressa a preparação para a comunhão do Corpo e sangue de Cristo. É a oração dos filhos de Deus e por isso expressa vivamente o compromisso de fraternidade.

Cordeiro de Deus
O gesto ritual da fração do Pão é acompanhado pelo canto ou recitação do Cordeiro de Deus. O pão e o Vinho consagrados são Cristo, o Cordeiro de Deus.

Comunhão
O comer e beber do sacramento, alimento espiritual dos cristãos, manifesta a disposição de partilhar com os irmãos o alimento que recebemos do Pai. A partilha de fé e dos bens. O canto manifesta esta realidade, como também a unidade dos que comungam a alegria dos corações e a fraternidade.

Ação de graças
A Liturgia Eucarística é a mais forte oração comunitária de ação de graças. Por ela nos unimos a Cristo na entrega total ao Pai, em louvor. O domingo é o dia da celebração de ação de graças, a Eucaristia. Podemos manifestar após comunhão, nossa ação de graças dentro da grande oração de ação de graças que é a Missa.

Benção
Diante da bondade, da beleza, da realidade criada, da salvação recebida, o cristão bendiz, glorifica exalta o Senhor do Universo. A benção chama e proclama as maravilhas do Senhor. É um momento comprometedor para a vivência durante a semana. “Os fiéis devem concluir a assembléia com algo bem concreto a realizar-se no dia-a-dia, sinal da unidade dos que se dispersam, mas permanecem unidos na construção do reino”.

Cantos marianos na celebração
No final da Missa, a comunidade canta à Maria. Com gestos e símbolos a comunidade expressa sua devoção à Mãe da Igreja. O silêncio faz parte da celebração eucarística porque se faz Palavra e fonte de Palavra quando é comunhão, sem ruído e nem vazio. O silêncio vai formando aquele chão receptivo em nosso coração, onde a chuva penetra e vai fecundando, produzindo transformação.
Por Tiago José Theisen

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Os cantos na Celebração Eucarística

O canto é parte integrante na Liturgia. Pelo canto louvamos, agradecemos, cremos, pedimos perdão, oferecemos. Pelo canto assumimos o compromisso com a comunidade. Acima de tudo é o Espírito de Cristo que age em nós e sua força nos faz passar da morte a vida, nos faz exultar e cantar.

Entrada – Acolhida
Tem como finalidade abrir a celebração, manifestar a alegria do encontro com Cristo e com os irmãos da comunidade na insondável riqueza do Ministério de Cristo; situa no tempo litúrgico e no sentido da festa do dia. Acompanha a procissão de entrada.

Rito Penitencial
Senhor, tende piedade de nós. É o canto dos fiéis que clamam ao Senhor implorando sua misericórdia. Deus é bom e misericordioso e vota seu olhar ao povo, que se alegra de ser perdoado porque o senhor é bom.

Glória
É o canto de louvor maior. A Igreja reunida pelo Espírito Santo entoa louvores ao Pai e dirige súplicas ao Filho, o Cordeiro de Deus. Canta-se nos domingos, festas, solenidades e celebrações especiais. Omite-se no Advento e Quaresma.

Salmos responsoriais e aclamação
São parte integrante da Liturgia da Palavra. O povo expressa por meio canto, sua atitude de acolhida e meditação; de escuta à Palavra de Deus e de resposta ao Deus que se revela. Geralmente, são trechos de salmos em conformidade com a respectiva leitura. Pode-se cantar o refrão e ler pausadamente o texto.

Aleluia
É uma aclamação ao Cristo, Palavra viva no Evangelho. Canta-se em pé em sinal de disponibilidade para o seguimento da mensagem de vida. Acompanha a procissão do livro do Evangelho. Um belo canto de peregrinos. Omite-se durante a Quaresma.

Hosana
Ao dizer Hosana em nossa liturgia, aclamemos a Jesus como nosso Rei, o Messias. No domingo de Ramos aclamamos: “Hosana ao Filho de Davi”.

Creio – Profissão de Fé
Os fiéis dão seu consentimento e resposta à Palavra de Deus proclamada e refletida através da Homilia. Expressa a unidade da Igreja na mesma fé. Pode-se adaptar versões para o canto do Creio dentro das normas (M.S. 55).

Preparação das ofertas
Acompanha a procissão das oferendas, prolongando-se até que estas estejam sobre o altar. Parte integrante da Liturgia, a oferta, tem um sentido evangélico de ação de graças pelos dons: de generosidade na partilha, de fé confiante na providência, de fraternidade e atenção às necessidades dos irmãos. O canto ajuda à comunidade a vivenciar estas dimensões.
Santo
É o grande canto de aclamação na missa, canto solene. Faz parte da Prece Eucarística. Quanto possível seja solenemente cantado. Também é importante que se dê destaque, pelo canto, às aclamações após a consagração.

Pai Nosso
Acompanha o Rito da Comunhão. Expressa a preparação para a comunhão do Corpo e sangue de Cristo. É a oração dos filhos de Deus e por isso expressa vivamente o compromisso de fraternidade.

Cordeiro de Deus
O gesto ritual da fração do Pão é acompanhado pelo canto ou recitação do Cordeiro de Deus. O pão e o Vinho consagrados são Cristo, o Cordeiro de Deus.

Comunhão
O comer e beber do sacramento, alimento espiritual dos cristãos, manifesta a disposição de partilhar com os irmãos o alimento que recebemos do Pai. A partilha de fé e dos bens. O canto manifesta esta realidade, como também a unidade dos que comungam a alegria dos corações e a fraternidade.

Ação de graças
A Liturgia Eucarística é a mais forte oração comunitária de ação de graças. Por ela nos unimos a Cristo na entrega total ao Pai, em louvor. O domingo é o dia da celebração de ação de graças, a Eucaristia. Podemos manifestar após comunhão, nossa ação de graças dentro da grande oração de ação de graças que é a Missa.

Benção
Diante da bondade, da beleza, da realidade criada, da salvação recebida, o cristão bendiz, glorifica exalta o Senhor do Universo. A benção chama e proclama as maravilhas do Senhor. É um momento comprometedor para a vivência durante a semana. “Os fiéis devem concluir a assembléia com algo bem concreto a realizar-se no dia-a-dia, sinal da unidade dos que se dispersam, mas permanecem unidos na construção do reino”.

Cantos marianos na celebração
No final da Missa, a comunidade canta à Maria. Com gestos e símbolos a comunidade expressa sua devoção à Mãe da Igreja. O silêncio faz parte da celebração eucarística porque se faz Palavra e fonte de Palavra quando é comunhão, sem ruído e nem vazio. O silêncio vai formando aquele chão receptivo em nosso coração, onde a chuva penetra e vai fecundando, produzindo transformação.
Por Tiago José Theisen

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